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31/07/2018 

                              Deus o Revelador de Segredos                               

Dn. 2.12-25

Int.- Daniel tinha cerca de 16 anos de idade quando foi levado prisioneiro para a Babilônia, juntamente com Hananias, Misael e Azarias, durante a primeira invasão de Nabucodonosor.

      Desde o seu cativeiro, Daniel passou a vida toda na grande deslumbrante Babilônia, era a Hollywood daquele tempo. Viveu por 69 anos uma vida irrepreensível numa corte corrupta.

      Embora Daniel fosse um dos exilados, chegou ao cargo de primeiro ministro da Babilônia. O maravilhoso é que sempre permaneceu fiel a Deus.

      Por Daniel e seus companheiros serem formosos de parecer e instruídos em toda a sabedoria, e sábios em ciência, e entendidos no conhecimento e com habilidade para viverem no palácio do rei, foram escolhidos para que fossem alimentados e instruídos por três anos para servirem ao rei Nabucodonosor no seu palácio.

      Mas Daniel assentou no seu coração não se contaminar com a porção do manjar do rei, nem com o vinho que ele bebia. E que ele e seus companheiros nesse tempo apenas beberiam água e comeriam legumes.

      E por eles não terem se contaminado com o manjar do rei que era oferecido aos ídolos, aos quatro mancebos Deus deu conhecimento e a inteligência em todas as letras e sabedoria; mas a Daniel deu entendimento em toda visão e sonhos.

      A tarefa de Daniel era a de participar do governo da Babilônia.

      Daniel costuma ser chamado de o profeta dos sonhos.

      Deus revelou-lhes os seus segredos.

Am. 3.7: Certamente o Senhor Jeová não fará coisa alguma, sem ter revelado o seu segredo aos seus servos, os profetas.

      Daniel foi um dos grandes da terra.

      Daniel foi um homem de Deus que aprendeu desde cedo a ter intimidade com Deus e a depender de Deus.

      Daniel mesmo tendo uma ocupação importante no palácio do rei, três vezes no dia, ele se punha de joelhos e orava a Deus, e dava graças, diante do seu Deus.

      A Bíblia fala que Daniel era um homem que havia um espírito excelente. Ele se distinguia de todos os demais príncipes da Babilônia.

I- O Sonho do Rei Nabucodonosor.

      No segundo ano do reinado de Nabucodonosor, teve este um sonho de difícil interpretação.

Dn. 2.1-9: O sonho do rei e seus questionamentos.

- O rei ficou de tal modo perturbado que lhe fugiu o sono, e julgou por certo, que os deuses queriam comunicar-lhe alguma coisa.

- Então, de acordo com o costume, mandou, às pressas, chamar os que, pensava, poderiam adivinhar o que ele tinha sonhado.

- Para isso a corte mantinha numerosos sábios e encantadores, peritos na arte de adivinhação.

- Chamados esses homens, queriam saber qual tinha sido o sonho, para o poderem interpretar, mas o rei havia esquecido o sonho.

- O rei compreendeu a importância do seu sonho e decidiu submeter a um teste os sábios de Babilônia.

- Se os sábios não contassem o sonho e dessem à interpretação a sentença para todos eles era a morte.

V. 10: Responderam os caldeus na presença do rei, e disseram: Não há ninguém sobre a terra que possa declarar a palavra ao rei; pois nenhum rei há, senhor ou dominador, que requeira coisa semelhante de algum mago, ou astrólogo, ou caldeu.

- O rei Nabucodonosor queria que eles contassem o sonho que ele havia esquecido.

V. 11: Porquanto a coisa que o rei requer é difícil, e ninguém há que a possa declarar diante do rei, senão os deuses, cuja morada não é com a carne.

- Quem deu este sonho ao rei Nabucodonosor foi Deus.

- Só Deus poderia dar a sua interpretação ao rei, nenhum mago ou astrólogo poderia revelar o sonho e a sua interpretação.

V. 12: Então o rei muito se irou e enfureceu; e ordenou que matassem a todos os sábios de Babilônia.

- Na lista dos sábios da Babilônia para morrerem estavam: Daniel, Hananias, Misael e Azarias.

V. 13: E saiu o decreto segundo o qual deviam ser mortos os sábios; e buscaram Daniel e os seus companheiros, para que fossem mortos.

- Daniel e seus amigos iriam ser mortos sem saber do que se tratava.

- A ordem do rei estava dada para que os soldados cumprissem.

- E o capitão da guarda do rei chegou na casa de Daniel para o buscar.

II- Daniel e Seus Amigos Intercedem a Deus Por Suas Vidas.

V. 14: Então Daniel falou avisada e prudentemente a Arioque, capitão da guarda do rei, que tinha saído para matar os sábios de Babilônia.

- A coisa era séria a vida deles estava para serem tiradas.

- O decreto do rei era urgente, o rei tinha pressa.

- Daniel pediu ao capitão Arioque que o pusesse perante o rei.

V. 16: E Daniel entrou e pediu ao rei que lhe desse tempo, para que pudesse dar a interpretação.

- Primeiro Daniel sabia que só Deus podia revelar esse sonho e dar a interpretação.

- Segundo Daniel tinha intimidade com Deus na oração e confiava que Deus iria atendê-lo.

- Terceiro Daniel sabia que Deus o usava na interpretação de sonhos.

- Quarto se Deus não os ouvisse eles seriam mortos.

- O que me chama atenção é o rei Nabucodonosor dando o tempo que Daniel pediu para poder clamar a Deus.

- Isso foi a graça que Deus deu a Daniel perante o rei.

- Porque no contrário o rei não teria dado tempo algum.

- A Bíblia não fala quanto tempo o rei deu, mas eu acredito que deve ter sido uns três dias.

V. 17: Então Daniel foi para a sua casa e fez saber o caso a Hananias, Misael e Azarias, seus companheiros.

V. 18: Para que pedissem misericórdia ao Deus do céu, sobre este segredo, a fim de que Daniel e seus companheiros não perecessem com o resto dos sábios de Babilônia.

- Daniel e seus três amigos foram orar e chorar aos pés do Senhor.

- Clamar em oração a quem pode revelar o profundo e o escondido.

- Clamar aquele que fez a terra e o céu.

- A oração é a arma que o crente tem para usar nas horas de aperto.

- A oração é a chave que abre a porta do céu para nós.

- A oração provoca milagres em nossa vida.

Jr. 33.3: Clama a mim, e responder-te-ei, e anunciar-te-ei coisas grandes e firmes que não sabes.

- A oração nos leva a sala do trono de Deus para recebermos a sua revelação.

V. 19: Então foi revelado o segredo a Daniel numa visão de noite; então Daniel louvou o Deus do céu.

III- Daniel Interpreta o Sonho do Rei Nabucodonosor.

- Deus revelou a Daniel numa visão de noite o sonho do rei.

- Em vez de Daniel sair correndo e ir contar para o rei, Daniel prestou um culto de louvor a Deus primeiro.

V. 20: Falou Daniel, e disse: Seja bendito o nome de Deus para todo o sempre, porque dele é a sabedoria e a força.

V. 21 a 23: Louvores a Deus.

- Daniel nestes louvores revela a sua gratidão, o seu reconhecimento da grandeza de Deus e o seu amor por Deus.

- Daniel foi ter com Arioque capitão da guarda, para que o introduzisse na presença do rei.

V. 26: Respondeu o rei, e disse a Daniel (cujo nome era Beltessazar): Podes tu fazer-me saber o sonho que vi e a sua interpretação?

V. 28: Mas há um Deus nos céus, o qual revela os segredos; ele, pois, fez saber ao rei Nabucodonosor o que há de ser no fim dos dias; o teu sonho e as visões da tua cabeça, na tua cama, são estas.

- O rei sonhou com:

1- Uma grande estátua, de imensa grandeza e beleza.

2- A cabeça era de fino ouro.

3- O peito e os braços, de prata.

4- O ventre e os quadris, de bronze.

5- As pernas, de ferro.

6- Os pés, em parte de ferro e em parte de barro.

      No sonho, o rei viu uma pedra arrancada da pedreira sem auxilio de mão humana, a qual feriu a estátua, feriu os pés de ferro e de barro e os esmiuçou. Depois foi esmiuçado o ferro, o barro, o bronze, o ouro e tudo. E a pedra, que foi cortada sem auxilio de mão, se fez um montão de pedras que encheu toda a terra.

- Deus estava revelando a Nabucodonosor a partir do seu reinado muitos reinos que veriam e teriam o seu domínio na face da terra.

1- Mostra que Deus tem o domínio sobre os reinos do mundo.

2- Que Deus revela aquilo que vai acontecer nos reinos, aos seus profetas.

3- E aqui Deus revela um reino que não será jamais destruído e que será estabelecido para sempre.

V. 48: Então o rei engrandeceu a Daniel, e lhe deu muitos e grandes dons, e o pôs por governador de toda a província de Babilônia, como também por principal governador de todos os sábios de Babilônia.

 

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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