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27/02/2018

O Crente Deve Estar Firmado Na Esperança da Salvação      

I Pe. 1.3-12

Int.- Jesus viveu o tipo de vida descrito nesta carta de Pedro. O segredo de andar em novidade de vida ou de viver a vida vitoriosa é simplesmente lembrar de Jesus Cristo e descansar no bendito e eterno fato da sua suficiência.

      Pedro tem sido chamado “o apóstolo da esperança”. A palavra esperança aparece varias vezes na carta de Pedro.

      Este livro foi escrito por Pedro, quase no fim da sua laboriosa vida (cerca de 67 A.D.). Ele estava na Babilônia, à margem do Eufrates, onde tinha sido estabelecida uma igreja. A carta foi mandada por Silas, um dos companheiros de Paulo.

      Pedro tornara-se o líder dos apóstolos. Era o porta-voz deles. Pertenceu ao círculo íntimo dos três amigos de Cristo. Foi o pregador do Pentecoste. Os primeiros doze capítulos de Atos giram em torno dele e do seu ministério. Pregou aos judeus por toda a parte. Por fim, teve morte de mártir, sendo crucificado durante o reinado de Nero, o imperador romano. De acordo com a tradição, foi crucificado de cabeça para baixo. Considerando-se indigno de morrer de maneira semelhante ao seu Mestre.

      Os cristãos, a quem Pedro escreve, estavam experimentando a perseguição dos judeus e dos fanáticos. Os cristãos não se associavam aos vizinhos pagãos em sua idolatria, bebedice e luxúria, por isso eram chamados inimigos da raça humana e classificados como ladrões e assassinos.

      Esta carta foi escrita num período em que a aversão geral aos cristãos ameaçava tornar-se perseguição aberta. Era o tempo das perseguições de Nero. O próprio Pedro sofreu às mãos desse imperador cruel antes do ano 67 A.D.

      E o que Pedro está mais preocupado em transmitir para os cristãos, é que o crente não importa a luta ou a perseguição que esteja passando, esteja firmado na esperança da salvação.

V. 3: Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua grande misericórdia, nos gerou de novo para uma viva esperança, pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos.

- Está aqui: “Somos gerados de novo”.

- Para uma viva esperança.

I- O Crente é Gerado Para Uma Viva Esperança.

- Essa viva esperança se alicerça sobre a ressurreição do Senhor Jesus.

- Nossa esperança é viva porque Jesus ressuscitou.

- No versículo fala: “Pela ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.

- Essa esperança é viva porque é vivificada e tornada real pela ressurreição de Cristo.

- Essa esperança envolve vida espiritual, a qual, embora, desfrutada agora parcialmente, é intensamente desejada em toda a sua plenitude.

- Essa é a esperança da vida eterna; a esperança que não nos envergonha, a esperança da glória de Deus; a esperança mediante a qual somos salvos; a esperança da justiça; a esperança do nosso chamamento.

- A esperança cristã vem de Deus.

Rm. 15.13: Ora, o Deus de esperança vos encha de todo o gozo e paz em crença, para que abundeis em esperança pela virtude do Espirito Santo.

- Esperança é uma expectativa confiável.

- A esperança não surge dos desejos ou anseios individuais, mas de Deus, que é ele mesmo a viva esperança do cristão.

- A esperança genuína não é um pensamento fantasioso, mas uma firme segurança em algo não visível e ainda futuro.

- A esperança é um fator que distingue o cristão do não cristão, o qual não tem esperança.

- De fato, no cristão habita a esperança.

I Pe. 3.15: Antes, santificai a Cristo, como Senhor, em vossos corações; e estai sempre preparados para responder com mansidão e temor a qualquer que vos pedir a razão da esperança que há em vós.

- É bom ter esperança.

Lm. 3.26: Bom é ter esperança e aguardar em silêncio a salvação do Senhor.

- A esperança verdadeira só o cristão pode ter, porque tem o Espírito Santo.

II Ts. 2.16: E o próprio nosso Senhor Jesus Cristo, nosso Deus e Pai, que nos amou e em graça nos deu uma eterna consolação e boa esperança.

- Essa boa esperança repousa em nossos corações.

II- O Crente Tem a Promessa de Uma Herança Eterna.

V. 4: Para uma herança incorruptível, incontaminável e que se não pode murchar, guardada nos céus para vós.

- Essa herança é incorruptível: Isto é imperecível, imortal, ela não se gasta.

- Há uma pátria celestial, com uma cidade imperecível, que nos aguarda.

- Está longe da destruição da guerra, das doenças, da modificação e da mudança do tempo.

- Que não pode murchar, guardada nos céus para vós.

- Os tesouros celestiais não podem perder sua fragrância.

- O bem estar espiritual não pode sofrer decadência.

- A herança plena será recebida no mundo eterno.

V. 5: Que, mediante a fé, estais guardados na virtude de Deus para a salvação, já prestes para se revelar no último tempo.

- Os crentes são guardados na fortaleza de Deus, e o próprio Deus é o guarda que monta sentinela.

- A fé contempla o alvo distante e se apega ao poder de Deus para guarnecer a alma, a fim de conservá-la em segurança, até o retorno de Cristo lhe traga a vitória final.

- A fé se recusa em permitir que um homem viva de conformidade com os padrões do mundo, mas antes, mantém à sua frente o alvo eterno.

- A salvação vem pela graça, mediante a fé.

Ef. 2.8: Porque pela graça sois salvos, por meio da fé; e isto não vem de vós; é dom de Deus.

- O crente avança com plena segurança, com os olhos fixos no alvo que é a sua salvação, sem importar-se com os assaltantes que querem lhe roubar a salvação, persevera em sua luta, que o cerca. Então, mesmo sob as chamas mais ferozes da provação, o crente vê ao seu lado o Filho de Deus e lhe ouve a voz: “Sou eu; não temas”.

V. 6: Em que vós grandemente vos alegrais, ainda que agora importa, sendo necessário, que estejais por um pouco contristados com várias tentações.

- Os sofrimentos do tempo presente, porém, por mais prolongados que sejam, não podem ser comparados com a glória que se seguirá.

II Co. 4.17: Porque a nossa leve e momentânea tribulação produz para nós um peso eterno de glória mui excelente.

- O sofrimento e a perseguição que o cristão passa será breve, ao passo que sua recompensa será grande e eterna.

- Diz aqui no versículo: “Estejais um pouco contristados”.

- Mostrando que a nossa tristeza é pequena e passageira.

- Se o crente não estiver firmado na esperança da sua salvação ele desiste.

V. 7: Para que a prova da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro que perece e é provado pelo fogo, se ache em louvor, e honra, e glória na revelação de Jesus Cristo.

- O ouro é testado no fogo.

- E quanto mais quente for o fogo, tanto mais puro sairá o ouro.

- Da mesma maneira o crente é provado e testado na sua fé.

- O fogo representa as provações e agruras que o crente passa.

- Mas o crente vencendo vai se tornar um crente mais maduro e mais experimentado, e vai se achar em louvor, em honra e glória para Deus.

- Friedrich Nietzsche disse: “O que não me mata, me torna mais forte”.

- Todo crente passa pela fornalha da provação.

- O que não pode acontecer é você desistir, é você recuar, é você jogar a toalha.

Hb. 10.38: Mas o justo viverá da fé; e, se ele recuar, a minha alma não tem prazer nele.

- O alvo do crente é a salvação eterna.

- O alvo do crente é o céu.

V. 9: Alcançando o fim da vossa fé, a salvação das almas.

- A consumação de toda a nossa batalha é a salvação eterna.

- Todo o nosso esforço é para chegarmos à salvação eterna.

- Toda a nossa luta e batalha é para alcançarmos a salvação eterna.

- A nossa fé tem um alvo, o nosso cristianismo tem uma meta, e essa meta é o céu.

Fp. 3.14: Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.

Conclusão:

- A nossa fé deve estar firmada em Cristo Jesus.

- Devemos sempre em nossa vida cristã centrar a nossa fé na esperança da salvação.

- O crente deve firmar o propósito de sempre buscar o céu.

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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