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                                                                                 21/05/2017

A Oportunidade Perdida                           

Nm. 13.25-33

Int.: O povo hebreu habitou no Egito 430 anos, onde se multiplicaram e prosperaram, e esse crescimento causou preocupação nos egípcios e em Faraó, que por causa disso passou a escravizar o povo hebreu e os pôs para construir cidades de tesouros para Faraó. Os últimos cem anos foram de opressão e escravidão para o povo hebreu.

      E os filhos de Israel suspiraram por causa da servidão, e clamaram a Deus; e o seu clamor subiu a Deus por causa da sua servidão.

Êx. 2.24: E ouviu Deus o seu gemido, e lembrou-se Deus do seu concerto com Abraão, com Isaque e com Jacó.

      E Deus levantou Moisés como libertador do povo hebreu no Egito, o qual enviou diante de Faraó, para que lançasse as dez pragas sobre o Egito, depois da décima praga, quando o Egito já estava praticamente todo arrasado, Faraó permitiu o povo hebreu sair do Egito.

      Assim Moisés e aquela multidão de hebreus que somavam quase dois milhões de pessoas, saíram do Egito, com a mão poderosa de Deus.

I- A Jornada do Povo Hebreu Pelo Deserto.

      O povo hebreu saiu do Egito e iniciou a sua viagem pelo deserto em direção à terra prometida.

      O maior problema para o povo hebreu era como sustentar quase dois milhões de pessoas na travessia no deserto, somente um milagre de Deus.

      Deus guiou e sustentou o seu povo nos quarenta anos de travessia no deserto em direção à terra prometida.

Êx. 13.21: E o Senhor ia adiante deles, de dia numa coluna de nuvem, para os guiar pelo caminho, e de noite numa coluna de fogo, para os alumiar, para que caminhassem de dia e de noite.

- Assim acontece conosco, o deserto representa o mundo, o Senhor nos guia por esse deserto, iluminando as nossas veredas, mostrando para nós o caminho a seguir.

      O povo hebreu saiu do Egito e iniciou sua jornada pelo deserto e chegou diante do Mar Vermelho, um grande obstáculo, e para piorar o exército de Faraó veio atrás dos hebreus, o que fazer agora? Para onde ir?

Êx. 14.16: E tu, levanta a tua vara, e estende a tua mão sobre o mar, e fende-o, para que os filhos de Israel passem pelo meio do mar em seco.     

- O povo hebreu contemplou o maior milagre já visto pelo olho humano, a abertura do Mar Vermelho para que eles pudessem passar em seco.

- Pelo deserto Deus os guiou até o Monte Sinai, onde eles ficaram acampados quase um ano, onde Israel recebeu a Lei de Deus. Ali Deus deu os mandamentos, os preceitos e os ensinou a cultuar a Ele.

- Mas é bom lembrar que a posse de Canaã ficaria condicionada à obediência.

Is. 1.19: Se quiserdes, e ouvirdes, comereis o bem desta terra.

II- A Chegada à Fronteira da Terra Prometida.

      Depois de quase um ano estando no Sinai à nuvem se elevou e Israel recomeçou sua viagem em direção ao norte.

- E pararam no deserto de Parã em Cades- Barnéia.

- Já haviam passado dois anos desde a saída do Egito.

- Finalmente parecia que suas esperanças se realizariam.

- A terra estava diante dos seus olhos: A bênção da terra prometida estava diante de seus olhos!

- Era só avançar e tomar posse da benção.

1- A Oportunidade.

- Esta nação teve o seu momento de decisão.

- Avançar significaria posse imediata.

- Não haveria mais trinta e oito anos de peregrinação nem mortes no deserto.

- Em Cades-Barnéia, as esperanças a muito adiadas estavam para se realizar.

- Apenas um impulso corajoso e os seus pés tocariam a terra prometida.

- A resposta foi logo dada.

- A incredulidade caracterizava aquele povo desde a sua saída do Egito.

- Em vez de avançar, vacilaram.

- À primeira vista temos a impressão da aprovação de Deus para enviar os espias, mas essa ideia originou-se no coração do homem, caracterizando falta de fé nas promessas de Deus.

- Eles já tinham a promessa de Deus, mas mesmo assim queriam conferir com os olhos.

Hb. 11.6: Ora, sem fé é impossível agradar-lhe, porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe e que é galardoador dos que o buscam.

III- A Oportunidade Rejeitada.

- A fé não precisa de espias.

- Devemos andar por fé, e não pelo que vemos.

- Esse foi o grande erro dos hebreus.

II Co. 5.7: Porque andamos por fé, e não por vista.

- O povo hebreu esqueceu rapidamente das experiências do deserto com Deus durante os dois anos.

- O que Deus já fez por nós para trás, deve servir de experiências para motivar a nossa fé pelo que vem pela frente.

- O povo hebreu quarenta dias espiaram a terra.

- Dez dos espias trouxeram um relatório negativo, e de falta de fé.

- Relataram que a terra era boa e que mana leite e mel, mas, porém o povo que habitava na terra era poderoso.

- Amedrontaram-se com os gigantes e sentiram-se como gafanhotos.

- Isso acontece com muitos nos dias de hoje.

- Eles interpretam os fatos de acordo com as circunstâncias.

- As atitudes de Calebe e Josué foram diferentes.

- Eles interpretaram a situação a luz da fé em Deus.

- Viram as mesmas dificuldades, mas comparam-na com o mesmo Deus que os tirou do Egito.

- A mesma situação temos hoje.

I Jo. 4.4: Filhinhos, sois de Deus e já os tendes vencido, porque maior é o que está em vós do que o que está no mundo.

- Qual é a extensão de nosso domínio?

- Tudo aquilo que Deus nos promete em sua palavra.

- A rejeição caracterizou-se pelo relatório negativo dos dez espias.

Nm. 14.1: Então levantou-se toda a congregação, e alçaram a sua voz; e o povo chorou naquela mesma noite.

IV- A Oportunidade Perdida.

Nm. 14.2: E todos os filhos de Israel murmuraram contra Moisés e contra Arão; e toda a congregação lhe disse: Ah! Se morrêramos na terra do Egito! Ou, Ah! Se Morrêramos neste deserto!

- Quando Josué e Calebe tentaram acalmá-los, em lugar de darem ouvidos, queriam apedrejá-los.

- Naquele dia Josué e Calebe tiveram que se calar.

- Parecia que os incrédulos prevaleciam.

- Mas Deus tem a sua recompensa para aquele confia nele.

Nm. 14.30: Não entrareis na terra, pela qual levantei a minha mão que vos faria habitar nela, salvo Calebe, filho de Jefoné, e Josué, filho de Num.

- Calebe e Josué tiveram a aprovação de Deus que entrariam na terra prometida.

V- O Resultado do Erro de Israel.

- Todos aqueles que tinham acima de vinte anos foram condenados a morrer no deserto.

- A esperança morre e aparece o desespero.

- Estavam condenados a uma vida de peregrinação de mais trinta e oito anos pelo deserto.

- Vemos aí a oportunidade perdida.

- Embora o povo se arrependesse depois, mas foi tarde demais.

- A oportunidade havia sido perdida.

VI- Ensinamentos Práticos.

- Esta história é uma advertência para nós.

I Co. 10.6: E estas coisas foram-nos feitas em figura, para que não cobicemos as coisas más, como eles cobiçaram.

- Cada um de nós, algum dia terá o seu Cades-Barnéia.

- Esse lugar é a fronteira: Fé ou desespero.

- Quer dizer: A sua oportunidade de escolher vivendo na confiança de Deus.

- Deus tem o melhor para nós e a Sua direção é a melhor para a nossa vida.

- Não adianta se esquivar dessa hora. O futuro dependerá dessa decisão.

Conclusão: Quantos não avançam amedrontados com os gigantes, se sentem como gafanhotos na terra.

- Quantos dão ouvidos aos pessimistas e negativistas.

- Quantos estão olhando para o que está diante dos seus olhos, e não no que Deus tem para a sua vida.

- Voltam às costas e peregrinam pelo deserto espiritual sem esperança.

- Deus coloca colírio em teus olhos para que você veja a grandeza das suas mãos.

- Deus te dá coragem para que você caminhe e tome posse da tua benção.

- A herança é tua, a benção é tua, a promessa é tua, seja abençoado.

 

 

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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