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17/04/2018 

                                   As Convicções do Cristão                                  

II Tm. 1.3-14

Int.- A pessoa convicta da veracidade da Bíblia, da veracidade de Cristo, da veracidade do Espírito Santo, permanece firme diante de Deus. No entanto, há muitos cristãos no mundo, que não possuem segurança espiritual, não tem convicções da sua fé, da sua salvação; suas raízes não estão firmadas na Rocha, que é Cristo Jesus.

      Todo cristão para ter uma vida inabalável precisa ter convicções da sua fé em Deus. A nossa fé não pode ser baseada na convicção dos nossos parentes como: esposa, esposo, pai, mãe, ou qualquer outra pessoa; a nossa fé não pode ser baseada na experiência de outra pessoa; precisamos ter as nossas próprias experiências com Deus.

      Haverá momentos em nossa vida que seremos provados ou passaremos por tribulação, aí somente permaneceremos com Cristo se tivermos a nossa própria convicção da nossa fé em Cristo.

      Por isso que muitos cristãos abandonam a fé em Cristo Jesus, é que na hora da provação não tem convicção da sua fé, não tem raízes profundas da sua comunhão com Deus.

      O que fez Jó suportar tamanha provação e permanecer com a sua fé em Deus, foi a sua convicção em Deus e as raízes profundas que ele tinha na sua comunhão com Deus.

Jó 19.25: Porque eu sei que o meu Redentor vive, e que por fim se levantará sobre a terra.

      Jó tinha convicção que o seu Redentor vivia, e iria lhe fazer justiça.

      O apóstolo Paulo tinha certeza da sua crença em Deus.

V. 12: Por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonho, porque eu sei em quem tenho crido e estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia.

      Paulo tinha uma fé firme em Cristo Jesus.

- Paulo dizia: “Estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia”.

- Este depósito era tudo aquilo que Paulo havia aprendido de Cristo.

- Este depósito eram todas as experiências que Paulo havia adquirido com Deus no evangelho.

- Este depósito era todo o crescimento que Paulo havia tido até aquele momento.

- Pela sua convicção em Cristo Jesus, Paulo sabia que esse seu depósito estava guardado até o dia final.

Paulo sabia que nada podia abalar a sua fé em Cristo Jesus.

Rm. 8.38,39: Porque estou certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as potestades, nem o presente, nem o porvir.

      Nem a altura, nem a profundidade, nem alguma outra criatura nos poderá separar do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor.

- Paulo tinha uma convicção plena que nada desviaria ele da sua fé.

      Percebemos que existem várias pessoas no mundo cristão titubiando entre dois pensamentos. Estão como a igreja de Laodiceia: Mornos – nem frios, nem quentes.

      A falta de convicção de certeza e confiança plena na mensagem bíblica leva o crente ao esfriamento, assim como a ter dúvidas à respeito do caminho que está seguindo. Ninguém consegue servir a dois senhores.

Mt. 6.24: Ninguém pode servir a dois senhores, porque ou há de odiar um e amar o outro, ou se dedicará a um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e a Mamom.

      Assim como, não é possível sermos felizes pisando em terreno inseguro. Convicção corresponde a pisar em terreno firme, seguro, sem dúvidas, seguindo com determinação a carreira que nos foi proposta através dos ensinamentos deixados pelos santos profetas e apóstolos.

I- A Convicção Nos Leva à Transformação.

      Segundo o dicionário, convicção é uma certeza que vem através de fatos ou razões; é um convencimento.

      Isso nos mostra que se não estivermos convencidos de certas coisas na nossa vida, não veremos transformação nessas áreas e não lutaremos por elas.

      Nós lemos também no dicionário que a convicção está baseada em fatos ou razões. Por isso precisamos buscar na Palavra de Deus, fatos em que podemos nos apoiar.

      A Bíblia conta a história de Elias: um homem igual a nós, sujeito às mesmas paixões, mas que viu transformações em sua vida e na sua geração, tudo porque ele tinha fortes convicções em seu coração.

      Elias tinha consciência do poder de Deus. Ele sabia que o Senhor vive eternamente.

- O crente precisa ter convicção do Deus que ele serve, do poder desse Deus, do amor desse Deus, da misericórdia desse Deus.

II- As Convicções do Crente.

      As nossas convicções em Deus e na sua Palavra são muito importantes. Elas ordenam a nossa conduta, dão fervor à nossa oração, dão conteúdo ao louvor e adoração. A nossa fidelidade a Deus depende das nossas convicções. A nossa fé, o nosso amor, a nossa contribuição têm por base as nossas convicções.

      Há crentes com convicções fortes e crentes com convicções fracas. Os primeiros são colunas na Igreja, os segundos são pedras rolantes que não estão firmes nem dão firmeza aos outros.

- As nossas convicções bíblicas são o nosso maior tesouro.

Hb. 6.11: Mas desejamos que cada um de vós mostre o mesmo cuidado até o fim, para completa certeza da esperança.

- O crente precisa mostrar o seu cuidado com a sua vida espiritual até o fim, não apenas até um certo momento.

- Temos na Bíblia um exemplo de uma vida com uma convicção inabalável.

- Rute era uma jovem de convicções. Orfa não o era. As convicções constituíram a diferença entre elas. Rute distinguiu-se pelas suas convicções.

- Apesar de ser estrangeira, ela tornou-se bisavó de Davi e entrou na linhagem direta de Jesus Cristo, deixando uma brilhante história e um livro na Bíblia com o seu nome.

- As suas convicções levaram-na a deixar a nação idólatra de Moabe para se integrar ao povo do Senhor. Rute alcançou um lugar de glória no Céu.

Rt. 1.16: Disse, porém, Rute: Não me instes para que te deixe e me afaste de ti. Porque aonde quer que tu fores, irei eu; e onde quer que pousares à noite, ali pousarei eu; o teu povo é o meu povo, o teu Deus é o meu Deus.

- Orfa teve as mesmas oportunidades, viu e ouviu as mesmas coisas mas não adquiriu convicções. Passou pela vida sem viver. Existiu sem deixar marcas. Morreu sem deixar história. Caiu, provavelmente, apática no inferno.

- Assim é também com os crentes. O que distingue os crentes uns dos outros não é a idade, o dinheiro ou a sua cultura; são as suas convicções.

- É importante termos convicções fortes. Pois no Céu ninguém entra pela mão nem empurrado, mas entra apenas pela força da convicção.

Mt. 11.12: E, desde os dias de João Batista até agora, se faz violência ao reino dos céus, e pela força se apoderam dele.

III- A Importância das Nossas Convicções.

- As convicções são a força motriz da nossa vida.

- Pelas convicções vamos ao culto, cantamos, oramos, adoramos e contribuímos.

- Por elas seguimos o Senhor e deixamos o mundo pecaminoso. Através delas carregamos a nossa cruz e negamo-nos a nós mesmos.

- Por elas pagamos os nossos dízimos e damos ofertas alçadas.

- Por elas oramos em nossa casa, a sós com Deus.

- Pelas convicções damos testemunho da nossa fé.

      Ou seja, toda a nossa vida cristã está assente e se move pelas convicções.

- As convicções tornam os crentes colunas da igreja.

Gl. 2.9: E conhecendo Tiago, Cefas e João, que eram considerados como as colunas, a graça que se me havia dado, deram-nos as destras, em comunhão comigo e com Barnabé, para que nós fôssemos aos gentios, e eles, à circuncisão.

- Todos os crentes salvos são pedras vivas na Igreja, mas nem todos são colunas. A diferença está nas convicções.

- Jesus tinha doze discípulos, mas só três eram considerados colunas: Pedro, Tiago e João.

- São as colunas que seguram a Igreja quando vem um vendaval.

- O telhado pode ruir com o temporal, os tijolos e as pedras também podem ser arrastados. Mas as colunas ficam no seu lugar, estão ancoradas nos alicerces com ferro de aço. Podem-se torcer, podem-se quebrar, mas não saem do sitio. A coluna morre de pé no lugar do ataque.

- Deus tem um galardão especial para essas colunas. Elas também serão colunas no Céu.

Ap. 3.12: A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce o céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.

- Você é pedra viva na casa de Deus ou é coluna?

- As convicções são a força das nossas motivações.

- O que se faz sem convicção é fraco e terá pouco valor.

 

  

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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