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A Excelência do Amor Fraternal

13/07/2013

Sl. 133.1-3

 

                                                                             

Int.- O Salmo 133 é um Cântico dos Degraus, também chamado de Cântico de Ascensão, que significa que quando os peregrinos subiam ao Monte Sião cantavam este Salmo juntos. Uma das razões pelas quais Deus escolheu um lugar para adoração foi para preservar a unidade da nação. O pecado de Jeroboão na adoração do bezerro quebrou a unidade da adoração que Jerusalém preservava.

      Davi tinha consciência da importância da Unidade Nacional das Tribos de Israel. O povo não poderia ser abençoado na divisão por dois motivos: Sem um rei não haveria vitória e paz, e sem um sacerdote que ministrasse a todo o povo, eles não teriam condições de se aproximar de Deus.

I-Davi Sabia da Benção de Viver Em União.

- Davi tinha visto bastante desunião em seu tempo e sabia que quando a nação se reunisse, seria algo maravilhoso.

- No versículo primeiro Davi diz que a unidade é boa e agradável.

- A palavra hebraica para “agradável” é usada de vários modos como para mostrar a harmonia da música, para mostrar um campo de trigo e para mostrar a doçura do mel.

- A unidade é tão doce como o mel ou tão harmoniosa como um cântico cantado.

II- Davi Dá Duas Ilustrações Para Descrever a Bem-Aventurança da Unidade:

1-Primeiro Ele Compara a União ao Óleo Precioso.

- O óleo santo continha mirra, canela, junco perfumado e cássia.

- Quando o sumo sacerdote chegava, podia-se sentir a suave fragrância do óleo.

- Essa fragrância não era ofensiva para ninguém.

- É deste modo que deve ser nossa comunhão com o povo de Deus.

- Quando os cristãos convivem juntos em unidade, exalamos essa suave fragrância.

II Co. 2.15: Porque para Deus somos o bom cheiro de Cristo, nos que se salvam e nos que se perdem.

- Amados o cristão exala o bom cheiro de Cristo.

- A união fraternal é comparada ao óleo sagrado que era utilizado na unção dos sacerdotes e dos utensílios da tenda da congregação.

A)A Utilidade do Óleo.

- O óleo era usado na:

a) Alimentação.

b) Para pôr nas feridas.

c) Para passar no corpo (como perfume).

d) Para iluminação.

e) Par ungir: Doentes, profetas, sacerdotes e reis.

V.2: É como o óleo precioso sobre a cabeça, que desce sobre a barba, a barba de Arão, e que desce à orla das suas vestes.

- Arão foi chamado e colocado como sumo sacerdote.

- O sacerdote era consagrado derramando-se óleo em abundância sobre a cabeça, que acabava descendo sobre a barba e sobre as vestes.

- A barba crescida era sinal de dignidade: Honra, decência.

- O óleo da unção que após ser derramado sobre o sacerdote, abrangia o seu corpo e suas vestes, representa: A Unção completa.

- Somente a bênção do Senhor torna o homem pleno.

- O óleo representa o Espírito Santo de Deus.

- Sabemos que a unidade do povo de Deus se dá debaixo da obra e poder do Espírito Santo.

I Pe. 2.9,10: Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.

      Vós que, em outro tempo, não éreis povo, mas, agora, sois povo de Deus; que não tínheis alcançado misericórdia, mas, agora, alcançastes misericórdia.

2- Davi Compara a União ao Orvalho do Hermom.

- A Palestina próxima ao Mar Mediterrâneo, sempre tem uma grande porcentagem de vapor de água.

- O Monte Hermom, que atinge uma altitude de 2.614 metros, o seu pico fica totalmente coberto de neve

- Depois do pôr do sol, com o frio do Monte Hermom, a umidade é condensada em orvalho.

- Se não fosse pelo orvalho no verão, toda a vegetação pereceria.

- O orvalho proveniente do Monte Hermom acabava por contemplar todos os montes em redor, característica que tornou possível o salmista utilizá-lo como comparativo a união.

- Assim como os densos orvalhos da Palestina refrescam e revigoram a vida das plantas, do mesmo modo, a bênção da unidade desce sobre a Igreja onde as virtudes espirituais podem se desenvolver e florescer na vida do povo de Deus.

- Assim deve ser nossa unidade: Total, sem levar em conta o poder das pessoas, seus bens materiais; mas amando todos os cristãos, sem se importar qual posição eles se encontram na vida.

- Quando o crente convive em unidade, Deus abençoa esse relacionamento.

- Na oração sacerdotal Jesus pedia ao Pai para que vivêssemos em unidade.

Jo. 17.22,23: E eu dei-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um.

      Eu neles, e tu em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, e para que o mundo conheça que tu me enviaste a mim e que tens amado a eles como me tens amado a mim.

- A unidade real não pode ser conseguida por esforço pessoal. Ela acontece por sermos cristãos; a unidade acontece pelo caráter que passamos a ter.

- O cristão deve se empenhar para manter comunhão com seu irmão.

Rm. 12.18: Se for possível, quanto estiver em vós, tende paz com todos os homens.

- Naquilo que você puder fazer.

- A comunhão e a paz com os irmãos deve ser buscada para chegarmos ao céu.

Hb. 12.14: Segui a paz com todos e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.

- A nossa comunhão e unidade é essencial para chegarmos ao céu.

- O que leva o crente a comunhão com seus irmãos, é o amor de Deus derramado no coração.

- A Graça de Deus, a presença de Deus, nos leva a plena comunhão entre irmãos.

Cl. 3. 14,15: E, sobre tudo isto, revesti-vos de amor, que é o vínculo da perfeição.

     E a paz de Deus, para a qual também fostes chamados em um corpo, domine em vossos corações; e sede agradecidos.

 
 

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Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil

 
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