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13/05/2017                  

 

Que Farei Então de Jesus Chamado Cristo?

Mt. 27.22

Int.: Jesus veio a este mundo para anunciar o evangelho do Reino de Deus e trazer salvação a toda à humanidade.

      Os judeus o rejeitaram como Messias porque Ele nasceu numa manjedoura, duma família pobre; e porque Ele não veio libertar a nação do império romano.

      É triste pensar que Cristo veio para o que era seu, e os seus não o receberam. Primeiro, o reino foi apresentado aos herdeiros legítimos, os filhos de Israel, mas eles recusaram a oferta, rejeitaram o Rei.

      Os líderes religiosos o rejeitaram porque Ele quebrava paradigma, vivia com humildade e fazia muitos milagres e maravilhas no meio do povo.

      Nos três anos e meio de ministério terreno de Jesus, Ele percorreu aldeias e cidades de todo Israel, anunciando o evangelho do Reino, ensinando a Palavra, curando os enfermos e expulsando os demônios.

      Jesus não só pregou, mas também reuniu outros ao seu redor. Era preciso organizar seu reino e estabelecê-lo em bases mais amplas e permanentes.

      Onde Jesus encontrou colaboradores? Não no templo, entre os doutores da lei ou os sacerdotes, nem nas universidades de Jerusalém. Ele achou à beira-mar consertando suas redes. Jesus não chamou muitos nobres e poderosos, mas escolheu antes as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios.

I Co. 1.27: Mas Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; e Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir as fortes.

      A partir de Mateus 12 vemos surgir uma grande rejeição dos líderes religiosos com a pessoa de Jesus.

      Jesus anunciou que o reino seria tirado dos judeus e dado a outra nação.

Mt. 21.43: Portanto, eu vos digo que o reino de Deus vos será tirado e será dado a uma nação que dê os seus frutos.

      A declaração ofendeu os guias religiosos, que procuravam matá-lo. E partir daí passou a ter por parte dos líderes religiosos uma perseguição muito grande contra Jesus, o qual queriam prendê-lo e fazê-lo calar.

Mas Jesus sabia pelas profecias que Ele teria que morrer na cruz do calvário, como cordeiro imaculado, para salvar o pecador arrependido.

- Jesus anunciou isso para os dois discípulos no caminho de Emaús.

Lc. 24.26: Porventura não convinha que o Cristo padecesse estas coisas e entrasse na sua glória?

I- A Escolha da Multidão.

- A cidade de Jerusalém estava cheia porque estava acontecendo a festa da páscoa.

- Judeus de todas as cidades de Israel estavam em Jerusalém por aqueles dias.

- Na quinta-feira no final da tarde Jesus comeu a última páscoa com os seus discípulos e nessa ocasião Ele instituiu a Santa Ceia para a Sua Igreja.

- Logo após comer a páscoa Jesus foi para o jardim do Getsêmane buscar a Deus em oração, e nessa ocasião Ele suou grandes gotas de sangue.

- E nessa mesma noite no Jardim do Getsêmane Jesus foi preso por soldados romanos e levado para a casa do sumo sacerdote Caifás, onde foi interrogado

- Ali na casa do sumo sacerdote Jesus foi cuspido no rosto, lhe deram socos e o esbofetearam.

Mt. 26.68: Dizendo: Profetiza-nos, Cristo, quem é o que te bateu?

- Mas Jesus ficava em silencio diante de todas as provocações dos homens.

- Cumprindo a profecia do profeta Isaías.

Is. 53.7: Ele foi oprimido, mas não abriu a sua boca; como um cordeiro, foi levado ao matadouro e, como a ovelha muda perante os seus tosquiadores, ele não abriu a sua boca.

- Na sexta-feira pela manhã os príncipes dos sacerdotes e os anciãos do povo formavam um conselho contra Jesus, para o matarem, e maniatando-o o levaram e entregaram ao presidente Pôncio Pilatos.

- O presidente Pôncio Pilatos o interrogou e não achou nenhuma acusação para matá-lo.

- Pilatos estava muito maravilhado com a pessoa de Jesus.

Mt. 27.15: Ora, por ocasião da festa, costumava o presidente soltar um preso, escolhendo o povo aquele que quisesse.

V. 16: E tinham então um preso bem conhecido, chamado Barrabás.

- Os príncipes dos sacerdotes e os anciãos incitaram a multidão contra Jesus.

- E Pôncio Pilatos perguntou a multidão: “Qual desses dois quereis vós que eu solte? E eles disseram: Barrabás.”

Mt. 27.20: Mas os príncipes dos sacerdotes e os anciãos persuadiram a multidão que pedisse Barrabás e matasse Jesus.

- Barrabás era um homicida e um ladrão e Jesus era inocente.

- Mas a multidão incitada pelos príncipes dos sacerdotes pediu para soltar Barrabás.

V. 22: Disse-lhes Pilatos: Que farei então de Jesus, chamado Cristo? Disseram-lhe todos: Seja crucificado!

II- Que Farei Então de Jesus, Chamado Cristo?

- Pilatos nunca poderia saber que essa sua pergunta ficaria revoando através dos séculos, e que o mundo inteiro um dia teria de enfrentar a mesma questão.

- O que você tem feito de Jesus?

- Todo individuo, eventualmente, fica no lugar de Pilatos, perguntando a si mesmo o que pode fazer com Jesus Cristo, porquanto ele é o ungido de Deus para ser juiz do mundo. Mais do que isso, ele é o Salvador e o modelo para o destino de todo homem.

- Faz parte do destino da humanidade sermos transformados segundo a imagem de Cristo.

- A estrada do destino do homem leva para o alto, para a presença de Deus; mas ninguém chega a essa presença enquanto não for totalmente transformado à imagem de Cristo.

- Que farei então de Jesus, chamado Cristo?

- É a pergunta central da existência humana.

- Alguns, como aquela multidão, desprezam-no, e não percebem a necessidade de pensar nele.

- Alguns dos que fazem essa indagação preferem Barrabás em suas vidas.

- Alguns meramente admiram a Cristo, pois pelo fato dele ter sido um grande homem.

- O mundo ignorou a Jesus na primeira parte do século primeiro.

- O mundo continua preferindo os seus Barrabás.

- A multidão pediu: “Seja crucificado.”

- “E eles mais clamavam, dizendo: Seja crucificado!”

III- A Crucificação.

V. 26: Então soltou-lhes Barrabás e, tendo mandado açoitar a Jesus, entregou-o para ser crucificado.

- Jesus experimentou toda crueldade e maldade que existe dentro do homem.

- Os soldados o despiram e o cobriram com uma capa de escarlate.

- Teceram uma coroa de espinhos e puseram na sua cabeça, e em sua mão uma cana; e ajoelhando diante dele o escarneciam dizendo: Salve, Rei dos judeus!

V. 30: E, cuspindo nele, tiraram-lhe a cana e batiam-lhe com ela na cabeça.

V. 31: E, depois de o haverem escarnecido, tiraram-lhe a capa, vestiram-lhe as suas vestes e o levaram para ser crucificado.

- Devemos sempre lembrar da dor e do sofrimento que nosso Senhor Jesus passou por causa dos nossos pecados.

- O calvário foi o lugar da execução.

- O Senhor Jesus foi pendurado entre dois malfeitores, como se fosse o maior deles.

- Jesus levou sobre si o pecado de todos os homens.

- Esta era a hora pela qual Ele veio ao mundo.

- Naquela hora foi consumada a maior obra de todas as épocas.

- Toda criatura estava interessada naquele momento, inclusive os anjos que anelavam perscrutar aquelas coisas.

- Também foi à hora diante da qual Satanás e todas as suas hostes tremeram, porque ela destruiu sua última esperança de vencer.

- O Cordeiro carregou a nossa culpa.

- Através de Suas pisaduras nós fomos sarados.

- O Cordeiro libertou-nos da maldição.

- O sacrifício do Cordeiro é suficiente e eterno.

- A todo que crê, Ele concede perdão.

- Ele consumou a obra da purificação dos pecados.

Conclusão: Hoje como servos de Deus, temos Jesus em nosso coração, e o servimos em espírito e em verdade. E a cada Santa-Ceia que participamos lembramo-nos do seu sacrifício vicário efetuado na cruz do calvário em nosso favor, trazendo perdão e salvação a cada um de nós.

 

 
       
 

Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil







 

 
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