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O Sangue Aspergido

12/10/2013

Ex. 12.21-28  

                                                                             

Int.: A páscoa é para Israel o que o dia da independência é para um país. Este foi o último juízo sobre o Egito, e a provisão do sacrifício pascoal, possibilitaram o livramento da escravidão e a peregrinação do povo hebreu para a terra prometida.

- Depois do povo hebreu permanecer por 430 anos no Egito, chegou o dia de deixar o Egito e escapar da escravidão de Faraó.

- Além do livramento do Egito, a páscoa se constituiu no primeiro dia do ano religioso dos hebreus e o começo da vida nacional.

- A páscoa é, segundo o Novo Testamento, um símbolo profético da morte de Cristo, da salvação e do andar pela fé.

I- Deus Providenciou Um Sacrifício Para Salvar o Povo Hebreu.

      A palavra “páscoa” significa “passar de largo”, pois o anjo destruidor passou de largo nas casas onde havia sido aplicado o sangue nas ombreiras e na verga da porta.

- Os detalhes desse sacrifício e as ordenanças que o acompanhavam são muito significativos.

1- O animal para o sacrifício devia ser um cordeiro macho de um ano.

- O cordeiro tinha de ser sem mácula.

- Da mesma maneira Jesus viveu neste mundo sem pecado.

II Co. 5.21: Aquele que não conheceu pecado, o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus.

2- O cordeiro foi sacrificado pela tarde como substituto do primogênito.

- Por isso morreram os primogênitos das casas dos egípcios, que não tinham o sangue nas suas portas.

- Deus proveu um substituto que foi ferido pelas nossas transgressões.

Is. 53.5: Mas ele foi ferido pelas nossas transgressões e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e, pelas suas pisaduras, fomos sarados.

3- Os hebreus tinham que aplicar o sangue na verga da porta, e em ambas as ombreiras.

- Olha o grande significado que essa aplicação do sangue tem.

- A porta tinha que estar totalmente protegida do anjo destruidor.

- Em todo o contorno da porta tinha que ter sangue.

- É interessante observar os detalhes da ordem de Deus.

- Hoje nós somos salvos pelo sangue derramado de Jesus Cristo.

I Pe. 1.18,19: Sabendo que não foi com coisas corruptíveis, como prata ou ouro, que fostes resgatados da vossa vã maneira de viver que, por tradição, recebestes dos vossos pais.

      Mas com o precioso sangue de Cristo, como de um cordeiro imaculado e incontaminado.

- O hino 60 da Harpa Cristã destaca o valor do sangue de Jesus.

- Amado de Deus, tem sangue de Jesus aí na sua porta, no seu coração.

4- As pessoas tinham de permanecer dentro de casa, protegidas pelo sangue.

- As pessoas não podiam sair de suas casas para não perecerem.

Hb. 2.3: Como escaparemos nós, se não atentarmos para uma tão grande salvação?

- Quando estamos debaixo do amparo de Deus, estamos protegidos.

- Quando estamos debaixo do sangue de Jesus, estamos salvos.

- O sangue de Jesus é eficaz para nos guardar.

- O crente está debaixo do sangue de Jesus, quando está em comunhão com Ele.

- Estar debaixo do sangue, não é uma condição física, é uma condição espiritual.

5- Os hebreus tinham de assar a carne do cordeiro e comê-la com pão sem fermento e ervas amargas.

- O fato de assar o cordeiro exemplifica a perfeição do sacrifício de Cristo.

- Os hebreus comendo a carne teriam forças para a peregrinação.

- Por meio da comunhão com Cristo o crente recebe força espiritual para segui-lo.

- A Santa-Ceia é a nossa comunhão com Cristo praticada.

I Co. 10.16: Porventura, o cálice de benção que abençoamos não é a comunhão do sangue de Cristo? O pão que partimos não é, porventura, a comunhão do corpo de Cristo?

- A Santa-Ceia para nós é indispensável para termos comunhão com Jesus.

- A Santa-Ceia é uma das ordenanças que Jesus deixou para a Sua Igreja.

- Pois Jesus estava mostrando que ela é fundamental na vida do crente.

- O crente que não participa da Santa-Ceia não está em comunhão com Jesus.

- As ervas amargas representavam as dificuldades e as provações, que os hebreus encontrariam na marcha para a terra prometida.

- Da mesma forma passamos por dificuldades e provações na nossa caminhada em direção ao céu.

Jo. 16.33: Tenho-vos dito isso, para que em mim tenhais paz; no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo; eu venci o mundo.

6- Os hebreus deviam comer o cordeiro em pé e vestidos como viajantes.

- A fim de estarem preparados para o momento da partida.

Ex. 12.11: Assim, pois, o comereis: os vossos lombos cingidos, os vossos sapatos nos pés, e o vosso cajado na mão; e o comereis apressadamente; esta é a Páscoa do Senhor.

- Assim o crente deve estar pronto, sempre atento, para o arrebatamento da Igreja.

- Devemos viver a vida, cuidar da família; servindo a Deus, esperando a nossa redenção.

II Pe. 3.17: Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados e descaiais da vossa firmeza.

- O crente deve estar sempre pronto para o arrebatamento da Igreja.

- Não é uma coisa que devemos deixar para depois; para a velhice; para o final da vida.

- É uma coisa que devemos cuidar em todo o tempo.

- Deve ser um cuidado para hoje, para agora.

- Cinge os teus lombos; calce os seus sapatos; pegue o seu cajado e continue a sua marcha.

 

Conclusão: Hoje para nós cristãos, a páscoa é a Santa-Ceia do Senhor.

- Onde comemoramos a nossa independência do pecado.

- A nossa nova vida em Cristo.

- A nossa comunhão com Jesus.

- A nossa comunhão com a Igreja.

- Onde somos fortalecidos espiritualmente.

- Onde somos renovados espiritualmente.

- Onde somos santificados.

 

 
 

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Pr. Silvano Doblinski
Presidente da Igreja Assembleia de Deus
do Jabaquara em São Paulo - Brasil

 
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